22.5.06

MUDANÇA DE ENDEREÇO

Gente, o blog mudou d endereço.

Agora é


19.5.06

DKNY investindo pesado online

Resolvi postar essa notícia porque achei interessante como as empresas de moda estão começando a se posicionar frente a essa ferramenta. Enquanto todo o mundo já encontrou uma forma de lucrar com a net a moda ainda está se achando. É compreensível, afinal, ao menos para os brasileiros, ainda é complicado realizar compras de moda pela Internet.

Achei particularmente interessante a idéia de produtos específicos para a internet, falta saber se são consumidores diferente, que consomem diferente, que possuem experiência de marca e de compra diferentes. Ao menos foi isso que deu a entender, se não for isso é bom ao menos que criem uma relação forte com o consumidor porque não estarão fazendo nada de diferente e por sinal estão é bem atrasados para o mercado online.

No entanto, achei uma comunicação bem legal, nada inovadora ( até porque nem tudo precisa ser inovador), mas muito bem realizada, no site da DKNY ( que por sinal é feinho feinho, poderia bem seguir a cara da comunicação que resolveram lançar!!! Espero que com o novo site isso mude). É um editorial especial, o qual imita o NYTIMES. É bonito e possui imagens lindas. Bem a cara da marca.



DKNY online com nova parceria

DKNY.com é a nova aposta da Donna Karan International. Em conjunto com a eFashion Solutions, Donna Karan passará a oferecer uma seleção de vestuário e acessórios representativos da coleção sazonal da linha DKNY online

A grife Donna Karan International vai lançar um site de e-commerce em conjunto com a eFashion Solutions. O site vai oferecer uma seleção de vestuário e acessórios representativos da coleção sazonal da linha DKNY mas dedicados ao consumidor online.

A eFashion Solutions vai coordenar as operações online da DKNY.com, incluindo o design do website, a fotografia digital, marketing direto aos consumidores, vendas de roupas online, pagamentos e envios para a marca. A presidente da DKNY Mary Wang afirmou que “estão procurando expandir o negócio da DKNY através da DKNY.com”.

Edward Foy Jr. diretor-executivo da eFashion Solutions afirmou que “a DKNY vai aprender mais sobre seus clientes através da nossa base de dados inteligentes. Há muitas pessoas que querem comprar artigos da DKNY mas não vivem nem trabalham em locais que tenham a presença da DKNY”.



Fonte: Portugal Têxtil

12.5.06

Mais um grupo de consumidores.

A de hoje veio da Folha. São os GRUPS,
A palavra foi lançada pela "New York Magazine" para designar adultos que estão na casa dos 35-40 anos, mas vivem e se vestem como se tivessem 20.
O termo pegou e já se espalhou pela imprensa e pela internet. Grup é uma corruptela de "grown-up" -que em inglês significa "crescido", "adulto". A palavra foi tirada de um episódio da série "Star Trek" sobre um planeta governado por crianças.
Os grups se vestem basicamente de jeans, tênis e camisetas descoladas. São apaixonados por seus brinquedinhos tecnológicos, como o iPod, e estão sempre ligados nos hypes da música e da moda. Ao contrário dos yuppies, que temiam a velhice feito a peste, eles tentam pensar uma forma de envelhecer sem ficar caretas e antiquados.
Olha só, não parece com um monte de gente que você conhece??? Eu sei, a notícia já pode ser considerada um pouco velha afinal há tempos sabemos que a faixa entre 18 a 24 é a responsável pela propagação de tendências. Mas é sempre legal darem nomes aos grupos........ nomeclatura para marketeiro é como chocolate. :)

MASSSSS, fuçando um pouco mais achei informações mais legais no site da NYMagazine, onde a reportagem foi publicada. E lá a reportagem é realmente legal e incrível. Da maneira como foi relata pela Folha ficou extremamente simples e sem apelo. Mas a reportagem se aprofunda no dia-a-dia desse grupo, que muitas vezes já possui filhos e várias responsabilidades.
É um público extremamente bem informado, conectado com as informações mais atuais e com a bagagem da década de 80 e 90 em suas mentes. Usam jeans, andam de ipod, gastam US$ 200,00 em um jeans, levam seus filhos à shows ( pq eles mesmo não poderiam estar de fora daquela oportunidade), usam tênis, são freelancers, vivem a vida tranquilamente e unem diversão com trabalho - como viagens no meio da semana. Eles e seus filhos(as) usam as mesmas marcas hypes. São adultos que com a idependência e estabilidade finaceira estão AGORA aproveitando a juventude, sem regras e crises. É a geração GAP que agora encontra-se adulta.



Uma das melhores parte da reportagem são os 4 estágios dos Grups:

1. PRE-GRUP
Hangs Out at Jake’s Dilemma and Bourbon Street on Amsterdam Avenue, Butterfield 8 in Murray Hill.
Currently Reading Dog Days, by Ana Marie Cox.
Listens To Coldplay; Jack Johnson.
Typical Wardrobe Off-the-rack Nike Shox; relaxed-fit Levi’s 501s.
Aspires To Be Jake Gyllenhaal; Kirsten Dunst.
Secret Shame Saw ARCADE FIRE on the cover of Spin; not sure what it referred to.

2. BEGINNER GRUP
Hangs Out at Mo Pitkin’s on Avenue A, hoping for a David Cross sighting.
Currently Reading Indecision, by Benjamin Kunkel.
Listens To Echo and the Bunnymen; anything found on the “Listeners Also Bought” list for the Killers’ “Hot Fuss” on iTunes.
Typical Wardrobe Converse Chuck Taylor All-Stars, MORE COWBELL T-shirt from Urban Outfitters; torn jeans from Abercrombie & Fitch.
Aspires To Be Skateboard mogul Tony Hawk; Natalie Portman in Garden State.
Secret Shame:: Has Kelly Clarkson ( Essa é ótima.para quem não sabe ela é a vencedora do primeiro American Idol - o reality show de maior sucesso dos EUA) on his iPod. The whole album.

3. ADVANCED GRUP
Hangs Out at Heathers in the East Village, and Baked in Red Hook and Royal Oak in Williamsburg, Brooklyn.
Currently Reading Jessica Abel’s graphic novel, La Perdida.
Listens To Anything rated over 8.0 on Pitchforkmedia.com (recently, the Liars and Japanese minimalist Chihei Hatakeyama).
Typical Wardrobe Built-to-fray Rogan jeans and gold L.A.M.B. Love sneakers.
Aspires To Be Sarah Silverman; Stephen Malkmus.
Secret Shame: Doesn’t get Vice magazine. Finds it kind of offensive, actually.

4. MASTER GRUP
Hangs Out at Unmarked bars that would close immediately if we published their addresses.
Currently Reading In Pursuit of Valis: Selections From the Exegesis, by Philip K. Dick.
Listens To Seminal bands you’ve never heard of (Montreal’s the Nils; Bronx rappers Diamond & the Psychotic Neurotics).
Typical Wardrobe Personally reconstructed Levi’s from high school and dead-stock 1981 Diadora sneakers.
Aspires To Be Outsider artist-songwriter Daniel Johnston; rediscovered freak-folk icon Vashti Bunyan.
Secret Shame: H&M. ( não é o máximo??)

Bem tem muiiiita informação e vale a pena, o único inconveniente é que esta em inglês. Mas para quem não tem facilidade com o idioma use o tradutor do google, se virem, vocês vão ADORAR. A reportagem é longa e eu ainda estou digerindo ela toda.


11.5.06

Sexo e sensualidade. Projeção ou Identidade?

Gente a reportagem foi tirada do site CHIC e o questionamento é mais do que válido e sinceramente, até um pouco surpreendente. Não que não concorde com a reportagem, mas como no final, eu também me questiono se na moda o sexo ainda é o que mais vende. É claro que sexualidade está ligado a moda, mas CK nunca vendeu SEXO ( quem vendeu sexo foi Madonna em seu disco/livro Erótica) ele sempre vendeu sensualidade e liberdade. Mas ainda assim fico pensando até onde vai essa tênue linha, afinal pode ser vulgar ou pode simplesmente demosntrar atitude. Ao meu ver vai de acordo com os valores e posicionamento de cada marca.

São poucas as imagens que tenho de roupas de banho que vendem sexo e até mesmo a tão falada Victoria's Secret parece estar mais preocupada em demonstrar que as suas meninas são anjos a capetinhas. Lembram como causou alvoroço uma comunicação que foi feita pela DEMILLUS, se não me engano, onde as mulheres eram prostitutas e havia cenas de sadomasoquismo?? Logo, devemos ter cuidado ao falarmos que vendemos sexo, erotismo e sensualidade.... todas são coisas muito diferentes e transmitem idéias até muito conservadoras dependendo da maneira que são mostradas.

Mas talvez a parte mais interessante seja a idéia de que um rosto bonito pode não significar credibilidade. Isso REALMENTE é importante. A idéia de que beleza é algo fútil (ou que pessoas bonitas são fúteis) significa revermos muitos critérios e até mesmo pensarmos na sociedade. Eu sei que escrito da maneira que está na reportagem parece mais do que óbvio que vender tecnologia com pessoas bonitas pode não dar credibilidade, mas quando pensamos em Ipod, Apple, Sony como nos relacionamos com esse público? Todas essas marcas não estão posicionadas com atitude? E quando pensamos em atitude não imaginamos apenas pessoas bonitas, mas que elas estão ali e são reflexo para muita gente pode ter certeza, até mesmo para mim e para você, ou você se imagina sendo a feia?? Ou apenas a mais inteligente?? Vai dizer que você não quer ser a mais bela, mais inteligente, mais competente e dona do mundo??.

Mais uma vez repito, tudo vai de acordo com o posicionamento. É necessário haver ligação entre consumidor e marca ( nesse caso através de anúncio), onde o consumidor ou se projeta ou se identifica, e na moda o caso é claro de projeção.

De qualquer forma antes devemos saber como essa beleza é demonstrada e de que forma foi estudada. Essa é uma pesquisa que será essencial (SE nos der várias respostas) em todas as salas de aula e nas mais diversas áreas.


Sexo vende ou não vende?
10.05.2006

Mês passado, o estilista Calvin Klein defendeu o uso das imagens sexy em campanhas publicitárias - nada mais lógico para alguém que já usou tanto desse recurso. Mas o professor de marketing Paul Herr, da Universidade de Colorado, parece não concordar totalmente com essa estratégia.

Herr elaborou um estudo com Yong-Soon Kang, da Universidade de Binghamton, que será publicado na edição de junho do Journal of Consumer Research. A pesquisa, chamada Beauty and the beholder: why pretty faces don’t always help sales ("A beleza e o receptor: por que rostos bonitos nem sempre ajudam nas vendas"), defende que quando um cliente quer qualidade (como, por exemplo, em um novo laptop), um(a) modelo atraente pode arranhar a credibilidade do produto - ao invés de provocar a venda ou simplesmente não influenciar.

"Se o consumidor tem tempo de 'processar' o anúncio e a modelo não se encaixa, é quase como se o detector de influência desligasse", Herr conta. "Propagandas mostrando o funcionário da Wal-Mart podem ser um reconhecimento tácito de que, para áreas que não se relacionam com a beleza, a celebridade bonita não está dando conta do recado".

Mas, ao que tudo indica, para a moda a regra continua valendo. É isso aí, CK!

5.5.06

I-Generation

Essa veio do GuiaJeanswear. Achei muito legal para entendermos mais sobre o consumidor de moda (não necessariamente indústrial têxtil). Apesar da pesquisa dizer que é um estudo mundial, achei que representa muito mais um universo Europeu do que um universo Brasileiro. Mas a informação é muito válida.

"I-Generation"

Os jovens de 18 a 30 anos formam um dos principais grupos consumidores de moda. Mesmo assim, poucas pesquisas sobre eles haviam sido feitas. Uma investigação recente procurou entender como esses jovens adultos "funcionam".

Egocêntricos sem ser egoístas, independentes no pensamento, no agir e na decisão. Relaxados, disciplinados, mas de pensamento livre. Todas essas características fazem parte de um grande estudo realizado sobre a chamada "geração customizada".

Há alguns anos, as investigações sociológicas costumavam se centrar nos mais jovens, entre 13 e 18 anos, para antecipar as tendências de mercado, ou nos com mais de 30 anos, que supostamente já têm independência econômica e uma vida "organizada". Até hoje, o grupo intermediário, entre 18 e 30 anos, era rejeitado.

A companhia britânica Populus publicou o resultado de uma pesquisa realizada para o jornal The Times, em que analisa o tal grupo do meio, que foi chamado de "I-Generation". O nome já diz tudo. Em inglês "I" quer dizer eu, e no caso, representa a individualidade. Além disso, este "I" também serve para independência e indulgência. De fato, trata-se de uma geração difícil de catalogar, pelo seu caráter de transição. A pesquisa surpreendeu mostrando algumas tendências comuns, mas também apresentou diversas contradições.

A "I-Generation" é educada, segura de si mesma, cômoda, valoriza o dinheiro e a materialidade, mas não os vê como símbolos de sucesso. Esse grupo vota, dá dinheiro para caridade, mas não se envolve diretamente com nenhum tipo de ativismo. São tolerantes, têm a mente mais aberta e são globais. Estamos falando de uma geração liberal em relação às estruturas familiares, mas conservadora quando se trata dos métodos de disciplina. A "I-Generation" defende a igualdade de direitos e responsabilidade tanto da mãe como do pai em relação aos filhos. São moderados e humanistas.


EU, O CENTRO DO MUNDO

A "I-Generation" é composta pelos filhos daqueles que viveram nas décadas de 60 e 70. Os pais dessa geração viram nascer e morrer diversos sonhos, passaram pelo coletivismo do movimento hippie, transitaram pelos difíceis anos 80 e se tornaram céticos. Foi assim que criaram seus filhos, e aos poucos a sociedade se voltou para o indivíduo.

Agora falamos em customização, quando se pode desenhar o próprio tênis pelo computador, há mais de 30 variedades de uma mesma coisa para que cada pessoa escolha aquela que mais se parece com ela. É a era das opções e só o que se necessita é saber o que quer.

A "I-Generation" tem critérios próprios e é tolerante com as outras gerações. A diferença deixa de ser um fator excludente, uma vez que se espera e se estimula que todos sejam distintos. A moda não se impõe, mas apenas sugere já que há uma gama de propostas, que cada qual pode seguir sem uniformizar-se.

Do jeans Levi’s 501, passamos aos "feitos sob medida": se quiser cintura alta ou baixa, ajustado ou largo, com efeito lavado ou o índigo clássico, com botões ou zíperes, tudo isso se consegue com um clique do mouse.

A internet tem tido um papel fundamental na difusão da informação e, conseqüentemente, na diversidade de critérios. Antes se sabia o que um ou dois veículos de informação diziam. Hoje, através da rede, se tem acesso a todas as fontes possíveis. Com a divergência da informação, promoveu-se a diferença de critérios, se abriu espaço a uma discussão maior e fomentou-se a tolerância. Como já não é possível refugiar-se nas verdades compartidas e coletivas, a "I-Generation" começou a ter um parecer próprio.


PERFIL DE UMA GERAÇÃO

CONTROLE: Aqueles que cresceram na "I-Generation", cresceram longe dos castigos físicos. Quando entraram na escola, a educação já havia passado da palmada para a advertência verbal. No entanto, esse mesmo grupo, ou 47% dele, aceitaria voltar aos castigos para disciplinar melhor. Eles se acostumaram à autodisciplina, mas, se ela não funciona, os métodos tradicionais são bem-vindos.

FÉ SEM CULTO: é uma geração crente, sem dúvida. Crê em uma transcendência, em vida após a morte, mas não vai a cultos com rigor. Não se inscreve nem se compromete com atividades grupais religiosas, nem vê sentido em atos comuns. Tudo acontece no âmbito privado do eu. Eles não aceitam um “porque sim”, questionam e racionalizam. A informação sobre outras culturas e religiões também têm seu efeito. Assim, consideram normal misturar princípios que o ajudem a se tornar uma pessoa melhor e mais feliz.

O AMOR E A FAMÍLIA: a "I-Generation" sentiu na pele os fracassos afetivos dos pais e portanto é uma geração mais cética do que romântica. 41% dos entrevistados afirma que falar em casamento para a vida toda é pouco realista.

O CONSUMO E O DINHEIRO: essa geração tem certa independência econômica e está mais consciente do valor do dinheiro. Sabe analisar suas opções, lidar com cartões de crédito, administrar seus salários e gastos. Diante da grandeza de ofertas que têm, esses jovens se tornaram seletivos. Gastam todo o necessário no que querem, mas não desperdiçam. Ao contrário do que se esperava, no geral, essa geração dos 20 é bastante consciente e cuidadosa com sua poupança, pensões e o futuro.

A ERA DO MULTICULTURALISMO: os movimentos migratórios do século XX resultaram em sociedades multirraciais. A medida que essas culturas se integram, a sociedade se torna mais heterogênea. Os jovens da "I-Generation" são mais tolerantes ao multiculturalismo e à diversidade de raças, pois estão expostos a isso através da música, do cinema e da televisão. Essas novas gerações se aproximam do desconhecido de maneira diferente das gerações anteriores. Se antes ‘diferente’ equivalia a perigoso, hoje significa interessante. Curiosidade em contraposição ao medo.

EM RELATIVA PAZ COMIGO MESMO: a "I-Generation" difere das gerações anteriores também, porque parece estar mais em paz consigo mesma. A importância da estética se reorientou para o estilo e, dessa forma, é mais válido ter uma marca pessoal do que buscar um estereótipo ideal. Neste sentido, a multiplicidade de modelos também ajudou. Os ícones femininos já vão além das misses e modelos de passarela. Com mais modelos, de todos os tipos, estilos e tamanhos, já não é tão necessário para eles, fazer grandes mudanças. Pequenas modificações, como controle de peso, cortes de cabelo, estilo de vestir e atitudes, são suficientes.
Por: Letícia Santos

3.5.06

Dior sexy

Quando o comercial é bom, é gostoso ver e rever. E acho que nesse a Dior realmente fez muito. Esse está passando na tv a cabo ( eu devo ter visto na Sony - sim sou viciada em séries).

Sou extremamente crítica com comerciais, em especial de perfumes.... mas ver a Charlize Theron caminhando e se despindo não poderia ser mais sensual. Dior está acompanhando a tendência de celebridades em campanhas de moda e escolheu uma das mulheres mais lindas e sensuais da atualidade. Imagem e semelhança da sua marca.



O perfume realmente parece transformar o nosso mundo, torná-lo perfeito e nós, mulheres imbatíveis, capazes de derrubar um homem pelo olhar. Tá vendo, o comercial é BOM BOM BOM!

FINALMENTE!!!

Finalmente parece que alguém resolveu atender as minhas preces, ou melhor, olhar para o mercado de forma a entender o que o seu consumidor precisa e qual a melhor forma de se comunicar com ele. E não é que a TRITON teve uma ótima idéia?!!

Está no ar desde o mês passado o notriT. Um site, meio blog, meio cool hunter, meio várias coisas mas que acertou na maneira de como se comunicar com o seu público.

É só se cadastrar no site e à partir dai virar um colaborador, sugerindo links legais, de novidades, tendências, músicas e etc.


Pontos negativos: Quando passamos o mouse na imagem e clicamos ela apenas computa o voto e não direciona para o link. É necessário digitar o link, nada prático. Além disso na parte de empregos havia uma reportagem para trabalhar na Inglaterra muito antiga, de 2003!! Por favor, não vamos começar já errando, né?!!!!

Mas de qualquer forma a iniciativa é louvável e muito boa. Grande interatividade e com informações bem interessante. Parabéns!!

26.4.06

Fashion Marketing - Nizan Guanaes

Pessoalmente nem gosto do Nizan, mas ele realmente entende do que faz e eu sou OBRIGADA a concordar com a afirmação dele na sua palestra:
Publicidade de moda
25.04.2006

Nizan Guanaes fez a última palestra do dia com o tema Propaganda de moda. Nizan deu dicas de como construir uma marca num mundo globalizado. "Marca é uma praia na Bahia. Existe praia no Rio Grande do Norte, mas na Bahia a praia tem música e tem um monte de baianos falando, 'vem pra cá, vem pra cá'", diz Nizan. Para ele, a primeira aula na faculdade de moda deveria ser história.

"Vejo um monte de fotos vazias nas campanhas. 90% das propagandas de moda não vendem nada", diz. Se Nizan fosse um estilista brasileiro ele 1) ia apostar numa super marca de futebol; 2) jogar todas as suas cartas em Hollywood e nas atrizes 3) criar uma conceito que reflita a sua historia e o lifestyle, assim como Ralph Lauren fez com os EUA.

Para Nizan, a moda brasileira deveria explorar mais eventos. Todos os tipos de eventos e não só as festas noturnas. "O maior acontecimento do mundo não é um filme, não é um anúncio, é um evento. O Oscar". Segundo ele, "fantástico é descobrir como vulgarizar um pensamento profundo".

"Prestígio é um chocolate da Nestlé. Eu sou mal-vestido, eu não vim aqui pra falar de moda, mas de dinheiro, que é o que eu sei fazer"

Podem acreditar, ele sabe do que está falando e vamos concordar que realmente é uma tristeza as propagandas em revista ( CARAS E QUEM então são as piores) com modelinhos languídas olhando para o nada. A PUBLICIDADE DE MODA no brasil precisa melhorar seus patamares, evoluir, inovar, mostrar que na moda também sabe fazer a diferença. Os responsáveis pelas marcas precisam entender de posicionamento, insights, eventos, rp, tudo ao mesmo tempo tendo uma linha de comunicação forte e coerente. Que vendam A MARCA, não a roupa. De roupa o bom retiro está cheio e podem se preparar que em pouco tempo estaremos lembrando muito mais das marcas das ruas populares do que das lojas nos shoppings.

As marcas populares estão correndo atrás de seus consumidores ( seja no atacado ou no varejo) e estão percebendo que podem sair lucrando e MUITO se souberem chegar até o seu consumidor e conquistar o dos outros. Fica esperta!!!!

ADICOLOR - os filmes

Descobri hoje, meio tarde é verdade, os filmes da ADICOLOR, a campanha da Adidas que já postei anteriormente. Os vídeos são incríveis e como é melhor o antes tarde do que nunca aqui estão eles:

PINK


Green


Blue

Fashion Marketing - Didier Grumbach

No seminário Fashion Marketing 2006, Didier Grumbach (Presidente da Federação Francesa da Costura, do Prêt-à-Porter, dos Costureiros e dos Criadores de Moda) esteve presente e falou algumas coisas bem legais, mas um de seus comentários realmente me chamou a atenção :

Disse que, desde 97, quando reformularam os estatutos, a Alta Costura tem sido palco de jovens criadores de talento que, antes de desfilar, devem efetivar a venda da coleção que acontece 4 a 5 meses antes da semana de desfiles. “O estilista que não vende, não desfila. Sabemos que quando a coleção é um sucesso na mídia, geralmente é um fracasso comercialmente, e vice-versa. Então, antes de expor na passarela, a coleção deve vender. Se não vender não precisa desfilar.”

E a Alta-Costura é uma boa plataforma para isso, segundo Didier, pois funciona também como uma vitrine geradora de oportunidades para os estilistas que podem desenvolver parcerias com grandes grupos, que vão de contratos de consultoria até licenciamentos e associações. Ele acha importante que cada estilista no Brasil tenha uma estratégia clara de marca. "Nem sempre a marca que faz sucesso no mercado nacional deve se aventurar pelo mundo. É preciso estar preparado para fazer ajustes para cada mercado", conclui Didier.

fonte: SPFW

Não é realmente interessante e correta a visão dele? Como negócio isso é a mais pura verdade, o consumidor não compra arte, ele compra roupa, o que nos mostra também um certo medo de ousadia afinal as pessoas compram roupas que possam ser usadas no dia-a-dia e que talvez as grandes aparições dos desfiles também não tenham preços acessíveis ao pobres mortais. O estilista precisa saber unir o lado comercial com uma apresentação que tenha impacto, para não assustar o consumidor, levá-lo até a sua loja ( e vender) e ainda agradar a mídia. Realmente é uma tarefa que dedica muito esforça e provavelmente até mesmo o abandono de alguns ideais, mas que pode ser muito compensatória financeiramente. Bolso cheio de dimdim!!

Fashion Marketing


O Fashion Marketing, evento de Gloria Kalil, para mim representa um marco. Apesar de todos os cursos e eventos que tem acontecido no país, são seminários como esses que demonstram o quanto a moda está se profissionalizando e o quanto as pessoas estão ávidas por informações, procurando por profissionais conceituados e focando o negócio e o marketing. A moda realmente é um mercado em crescimento e que tem muito ainda a falar e nós a ouvir, principalmente dos renomados profissionais do eixo EUA-Europa.

Infelizmente devido ao preço um pouco salgado fui uma daquelas que ficou de fora, sim o coraçãozinho dói hehehe, mas o site de Glória tem divulgado informações que tem acontecido nas palestras ( no site do SPFW também encontramos algumas reportagens). E uma das mais interessantes foi a palestra de Sarah, da LINDA E MARAVILHOSA loja conceito COLETTE.

Abaixo está as informações disponíveis do site Chic sobre a loja e sua fundadora e o porquê de tanto sucesso. É uma loja que nunca pensou no seu marketing propriamente dito, mas desenvolveu tão bem um produto e um conceito que o marketing estava embutido automaticamente.

Os segredos da Colette, modelo de concept-store
25.04.2006


Qual é o segredo de uma loja que não pensou em marketing, tem uma equipe pequena - em comparação com o porte que conquistou no mundo inteiro - e só possui uma unidade, em Paris? A Colette tem uma coisa que as outras não têm, e ela se chama Sarah, assim mesmo, sem sobrenome. Ela e sua mãe, Colette, são as donas e diretoras do espaço.

A quarta palestra do Fashion Marketing 2006 foi um fato mundialmente inédito. Sarah nunca tinha se exposto pessoalmente para falar sobre a Colette, portanto a expectativa era imensa - desde qual seria a sua aparência até o que ela revelaria em seu discurso. Na verdade, ela não expôs nenhuma fórmula mágica para passar para o público, mas apenas apontou algumas estratégias com seu jeito cativante e tímido, que não se baseiam em nenhuma lei de marketing. Vamos a elas:

. Lugar certo e hora certa. Em 1997 – ano da inauguração – as pessoas de criação se dirigiam para Nova York e Londres. Quando Sarah decidiu abrir a loja, a idéia de concept-store era diferente, não-usual. Foi um choque pela criatividade e frescor, e teve uma acolhida super-receptiva.

. Mix. Fundadora desse termo, Colette mistura estilistas com níveis de reconhecimento internacional diferentes – ou seja, descobre novidades e vende nomes grandes. Também traz nas suas prateleiras tudo quanto é tipo de produto e não só moda: CDs, DVDs, revistas, livros, objetos, gadgets. Além disso, Sarah faz um mix nos próprios manequins: ela traz silhuetas e looks prontos, com diversas marcas.

. Novidade. A vitrine da loja muda a toda semana. Colette é uma antena, e as novidades mais bacanas do mundo invariavelmente são vendidas lá, como aqueles toys para adultos, com design incríveis. As coleções exclusivas feitas para a marca são um sucesso mas tem um limite, "senão perdem o valor".

. Inclusão. Os preços da Colette vão do exorbitante ao baratinho, e ninguém se sente excluído ao visitar a loja. Eles também têm um restaurante-café no subsolo que dá a impressão de que não é preciso consumir os produtos: a Colette é ponto de encontro. A equipe também sempre arruma tudo bonitinho constantemente, para dar a impressão para o visitante de que é a primeira vez que alguém entra no local sempre.

. Instinto. A curadoria da loja é centralizada em Sarah, que tem um "olho" ótimo e um talento para perceber quem tem maturidade o bastante para crescer na moda, sem importar a idade. "O objetivo é revelar estilistas novos, que daqui a alguns anos serão reconhecidos mundialmente", Sarah explica. O jeito que a Colette funciona não foi estudado: eles fizeram o achavam que deviam fazer.

. Espontaneidade. Ela acrescenta: "jamais colocaria ali uma marca que eu não acredito, por mais potencial de sucesso que ela pareça ter".

Jorge Wakabara

19.4.06

LV anime

Louis Vuitton em animé.......... é simplesmente o máximo........ bem que esse poderia ser o mote de uma campanha para algumas coleções , né??

Já é um pouquinho antigo, a postagem foi em novembro de 2005 e infelizmente não tenho mais informações sobre o vídeo. Se eu descobrir mais alguma coisa conto para vocês.




pv anime
director: mamoru hosoda

18.4.06

VOCÊ É FIEL??

Gente, me desculpem um pouco pelo Ctrl+C Ctrl+V , mas é que achei a reportagem extremamente interessante e queria mostrá-la na integra. Além disso, é exatamente sobre esses assuntos que estou aqui para postar e como esse tem tudo a ver com moda+marketing+marca+branding+etc.... precisava mostrar a vocês. A reportagem é bem básica, mas ajuda na reflexão sobre lealdade de consumidores.

Agora a pergunta que não quer calar é..... Você concorda com a reportagem??

Eu acho que a matéria cai um pouco no lugar comum no sentido de que é óbvio que muitas promoções não valorizam a marca ou o produto, mas acima de tudo concordo com a máxima de que os donos das marcas são os próprios consumidores. Afinal uma marca só é uma marca, só tem a sua força, porque o seu consumidor assim a vê. Ele acredita que a aquela marca tem papel, se não fundamental, ao menos especial em sua vida. Além disso fidelidade não é algo que se compra e sim que se conquista.



Você já se perguntou a quais marcas você é fiel?? Ou melhor a quais marcas você é fiel mesmo sem nunca ter comprado NADA dela, aquelas que são apenas desejo de consumo?? Faça algumas perguntas:
- Você é fiel porque gosta de consumir aquela marca ou por que não pode consumir outra?
- E as suas marcas fieis de não compra? Quantas e quais são as marcas com as quais você é fiel sem nem ao menos ter nunca visto o produto ao vivo?
- A quantas anda a sua fidelidade? Quantas vezes você comprou uma marca sem nem ao menos pensar nela, ou quantas vezes você pensa na marca que comprou?
- Você aceita fácil sugestões de amigas/amigos para ir conhecer uma outra loja ou você imagina que ela nao pode ser tão boa como a que você já esta acostumada a comprar o seus biquinis??
- E você é defensor de alguma marca?? Ama e fala dela para todo mundo?
- Em quais marcas você confia?
- Em SP temos Vila Madalena ( um bairro cheio de lojas alternativas e muito legais), em um bairro como esse você tem as suas lojas preferidas?? E REALMENTE compra nelas??
Não adianta dizer que você apenas gosta, tem que consumir ou ao menos indicá-las para alguém.

Essas são apenas algumas perguntas para começarmos a imaginar a fidelidade dentro da moda. É muito mais fácil imaginarmos a fidelidade a uma marca de sabão em pó( por causa de preço, resultado ou pouca quantidade exposta na prateleira- afinal tem umas 20 marcas e lojas de roupas quantas tem?), mas e quanto a moda, afinal pense em um shopping e na quantidade e variedade de produtos que existem? E o que dizer sobre o Bom Retiro por exemplo, vc tem alguma fidelidade lá, ou compra apenas por preço?



Valorizamos muitas vezes muito mais as marcas que não possuímos, mas sempre compramos a mesma calça jeans, ou se aparecer uma modelagem melhor em outra loja como fica a nossa relação com a anterior? Sempre me questionei sobre a fidelidade na moda, seguimos marcas ou tendências? Sempre me questionei porque entendo como é complicado criar fidelidade com consumidores que não consomem apenas uma marca no segmento de vestuário(podemos ter várias peças iguais de lugares completamente diferentes). Entramos em várias lojas atrás de uma blusinha "x", mas observem se você não entra sempre nas mesmas lojas, naquelas com as quais você já possui familiaridade e se sente confortável. Ou se você é rata de loja e surgiu uma promoçãozinha e você nem pergunta ou tenta lembrar que marca é aquela?

Bem, essas são só algumas dúvidas, pode ter certeza que outras surgirão :).

Um ótimo livro para nos fazer pensar é LOVEMARKS, tem até um link na lista para mais informações. É um livro que fala sobre aquelas marcas que amamos e criaram laços profundos com os seus consumidores. E é isso que todos estão atrás, tanto os consumidores quanto as próprias marcas. Mas observem como é difícil alguem citar uma marca de moda.
O valor da marca

A lealdade do consumidor às marcas está diminuindo, mas ainda é fundamental para o sucesso de um produto
O mercado está cheio de marcas competitivas e também de produtos genéricos. Num ambiente como este, há uma certa tensão entre os fabricantes, pois o conceito de valor da marca, ou brand equity — que significa a lealdade do consumidor —, está deixando de ter importância.
Hoje, um dos maiores desafios para os profissionais do mercado é entender como construir tal conceito de maneira sólida. O norte-americano Kevin Kellner, professor da Universidade da Carolina do Norte diz: "As companhias não são donas de suas marcas. São os consumidores que são os verdadeiros senhores das marcas".
Para aprimorar o valor de uma marca, é necessário realçar esse valor aos olhos dos clientes. A valorização da marca é composta por duas posturas distintas: a lealdade de atitude e a lealdade de conduta. A lealdade de atitude trata de como o consumidor se sente e pensa em relação ao produto ou serviço. A lealdade de conduta refere-se à ação dos compradores com o dinheiro, e qual proporção de suas compras eles dedicam ao produto em questão.
O medo de ter baixos níveis de fidelidade é cada vez maior e mais comum. Isso por que as relações entre empresas e clientes estão se tornando cada vez mais impessoais e distantes.
Apesar disso, à medida com que os consumidores melhoram a qualidade de vida, as marcas se convertem em fator dominante no processo de aquisição. Elas oferecem aos compradores uma forma rápida e fácil de identificar os produtos e serviços.
Sete de cada dez consumidores americanos concordam com a seguinte afirmação: "Eu sempre compro a mesma marca, sem realmente pensar". Assim, muitos profissionais podem detonar sua marca com promoções, publicidade e extensões de linha equivocadas. Freqüentemente, as promoções ajudam a tornar uma marca comum por demais. Nesse caso, a mensagem enviada ao consumidor é: "Somos tão bons quanto os outros, e somos mais baratos".
A fórmula pode até ser eficaz por um tempo, mas, quando os consumidores não encontram diferenças significativas entre as marcas, a lealdade desaparece. A extensão de uma linha de produtos também pode minar a fidelidade. Estudos norte-americanos mostram que a lealdade vai diminuindo, principalmente, entre as marcas com muitos níveis de segmentação.
Quando se consegue a constância do consumidor e um valor sólido como marca, pode-se crescer rápido. Quando é possível convencer que uma marca significa mais do que apenas um nome, ela passa a idéia de sucesso, desempenho e superioridade, a tendência é que ela seja preservada pelos executivos, bem como a fidelidade dos consumidores. Ou seja, sucesso absoluto. O valor da marca é fundamental, preservá-lo se mostra necessário. Ao contrário do que alguns pensam, não é um valor que já está obsoleto.

Por: Letícia Santos
Fonte: http://www.guiajeanswear.com.br/noticias/abril_06/not_valor.asp


13.4.06

Todo mundo na WEB

A reportagem abaixo tirei do site Portugal Textil, ai fiquei tão curiosa que fui atrás dos sites das empresas. A reportagem é superficial, mas espero que as empresas de moda venham com força total para investir na internet. Não é nem mais o futuro, é o HOJE!
Outro dia passeando vi que a Cavalera criou um blog. A princípio achei legal até começar a ler e perceber que uma marca como essa (que possui uma comunicação extremamente bem direcionada e relevante e com um dos posicionamentos que eu mais admiro: LUXO PARA TODOS) deveria ser mais crítica e se aprofundar em seus comentários. Leitores de blogs estão interessados em opiniões e não apenas em anúncios de SALES.

H&M: Legal e muito funcional. A melhor parte é que podemos (homens e mulheres) montarmos no nosso próprio EU.


Mango: o site é simples mas dá vontade para comprar TUDO. Falta um pouco mais de envolvimento com o consumidor. É frio, falta identificação.


Gap: Na verdade foi o site com o qual mais me surpreendi. Gostei do visual jovem, achei que está bem direcionado e alinhado com a marca.



"As grandes empresas de moda tiram cada vez mais partido da Internet (COISA QUE EU TENHO FALADO SEMPRE QUE É NECESSÁRIO). Marcas como Mango, H&M e Gap estão cada vez mais presentes na web. As grandes cadeias têxteis começam a apostar na abertura de lojas na Internet. Desta forma, marcas como Mango, H&M e Gap aprenderam a aproveitar as vantagens de coordenar as montras reais com as virtuais.

Estas empresas assentam as bases dos seus negócios na Internet com prudência e calma. Este é o caso de algumas das grandes cadeias de moda, como Mango, H&M ou Gap, que iniciaram a ampliação das suas montras reais, "como mais um canal de venda", refere Elena Carasso, directora comercial do grupo espanhol Mango.

A Mango abriu as suas lojas online em plena febre tecnológica. De acordo com Elena Carasso «em Setembro de 2000 lançámos a Mangoshop.com na União Europeia e ampliámos a sua cobertura a outros países como a Suíça, Liechenstain ou Monaco».

Elena Carasso acrescenta que nas próximas semanas, a Mango online vai dar um salto qualitativo ao abrir o seu negócio ao mercado norte-americano, um dos mais ativos no mercado electrônico. «A colocação do canal de venda virtual nos Estados Unidos serve como apresentação do desembarque físico que faremos em Maio neste país com a abertura de oito lojas».

A H&M é outra das grandes cadeias de moda que aposta na Internet «como um dos muitos canais de distribuição existentes», tal como esclarece a empresa numa das suas apresentações. O grupo sueco venda na Internet desde 1998 nos países nórdicos. «No próximo mês de Setembro iremos ampliar o canal aos Países Baixos», explica a H&M Espanha."

Fonte: http://www.portugaltextil.com

12.4.06

DASPU.....impossível não comentar

Se você acha que a DASPU é puro marketing você ACERTOU!!!



Ela é puro marketing porque soube definir seu público-alvo, criou uma marca com um posicionamento super diferenciado, já tem pontos de vendas em vários locais, o site na internet (apesar de não muito funcional) trabalha de acordo com a linha de criação das peças, a assessoria de imprensa tem sido ótima, as garotas propagandas não poderiam representar melhor a marca, e aposto que até o atendimento ao cliente é OTIMO (ok, piadinha infame) .......................enfim, se tornou cool, hype, cult, o que você quiser. E agora as suas festinhas de lançamento dão mais o que falar que muitos enventos de moda que acontecem pelo Brasil, pouco conseguiram essa projeção e ainda conseguem promover um produto com perfil éticamente responsável.

Enfim, puro marketing...... trabalha com a guerrilha, com pouco investimento e está se tornando a camiseta que todo mundo quer ter. Puro Branding, estão gerenciando uma marca que dá orgulho de ver. Se vai conseguir se sustentar é mais complicado de dizer, ela estorou e agora é que o trabalho aumenta, porque sustentar uma marca despois de um estouro é mais difícil. Mas as meninas estão aí e eu torço por elas. Valeu e Parabéns.

Comércio...

"Comércio conquista relevância

Os magazines estão assumindo uma relevância acrescida no seio da indústria de vestuário internacional, em detrimento da marca própria

Será que hoje em dia as marcas estão se tornando cada vez mais irrelevantes em grande parte da indústria de vestuário? Mike Flanagan salienta que no clube das principais empresas de vestuário do mundo, já não existe um fornecedor exclusivo para determinada marca. Neste estudo publicado pelo just-style.com, Flanagan afirma que hoje em dia os fabricantes são os elementos mais importantes.

Mike Flanagan é o diretor executivo da Clothesource Sourcing Intelligence, empresa de consultadoria sedeada no Reino Unido que fornece aos compradores Ocidentais de vestuário informação sobre a produção, o comércio, a competitividade dos preços e acesso a produtores de vestuário em mais de 100 países.

Duas abordagens diferentes ao setor de vestuário aparentam evidenciar dois futuros radicalmente diferentes.

Por um lado, considera-se o caso da Sara Lee. Segundo as declarações de Tim Ramey, analista na DA Davidson, citado pelo Financial Times no final de Fevereiro, o negócio da Sara Lee no mercado europeu de vestuário, com um volume anual de 1,2 mil milhões de dólares, foi praticamente oferecido pelo valor de venda líquido de apenas 50 milhões de dólares.

No entanto, a diretora executiva Brenda Barnes admite que os custos associados com a alienação do negócio europeu da Sara Lee (anterior Courtaulds Textiles que fornece vestuário de marca própria para a Marks and Spencer) vão eliminar qualquer lucro das vendas. De acordo com algumas fontes de informação, a Sara Lee vai precisar desembolsar 483 milhões de dólares em fundos de pensões para livrar-se da Courtaulds.

O vestuário de marca, ou de qualquer outro tipo, não é um negócio em que a Sara Lee queira continuar diretamente envolvida. A empresa planeja alienar o seu ramo de negócio de Branded Apparel (que possui um volume de vendas anual de cinco mil milhões de dólares) para uma empresa separada, a HanesBrands. E esta opção não é pelo fato da Sara Lee ser considerada uma empresa pequena, pois em 2004 nenhum fornecedor de confecção para distribuidores, em qualquer ponto do mundo registrou vendas de vestuário acima dos 6,2 bilhões de dólares.

Contrastando o caso da Sara Lee com uma empresa completamente diferente, temos a britânica River Island, uma cadeia de vestuário que raramente figura em qualquer análise da indústria de vestuário internacional. Com vendas cifradas nos 800 milhões de dólares em 2004, a River Island possui uma quota de cerca de 1,2% do mercado no Reino Unido e simplesmente não recebe o tipo de publicidade da indústria que muitos dos seus semelhantes locais recebem.

Com todos os principais distribuidores mundiais de vestuário, começando pela Wal-Mart e passando pelas cadeias da Inditex e da Fast Retailing (com a exceção da C&A), em expansão no mercado britânico, a River Island deveria ser o tipo de empresa pequena, vítima de todos estes predadores globais. No entanto, com um crescimento nas vendas próximo dos 14% em 2004, registrou um lucro de 142 milhões de dólares antes dos impostos, o que origina uma base de licitação entre os 1,5 e os 2 mil milhões de dólares a quem deseja apresentar uma oferta de compra sobre esta empresa.

Então porque razão esta empresa familiar de média dimensão é valorizada cerca de trinta a quarenta vezes acima do valor apresentado para o negócio europeu da Sara Lee? Uma parte da explicação se dá ao fato da Sara Lee não ser bem o gigante como as suas vendas poderiam fazer aparecer à primeira vista, por exemplo: as vendas no Reino Unido são significativamente inferiores às da River Island.

Uma segunda razão e ainda mais relevante, se dá ao fato dos fornecedores com marca própria não serem propriamente os que aparentam de outras formas. Cerca de metade do volume de negócio europeu de vestuário da Sara Lee é efetivamente com marca própria.

Esta questão não é divulgar entre os principais fornecedores de vestuário cujas vendas no retalho se encontram cifradas acima dos 5 mil milhões de dólares por ano. Para a VF e a Jones Apparel a marca própria é fundamental. As vendas da Li&Fung são significativamente dominadas pela marca própria. No entanto, os únicos principais fornecedores completamente dominados por marcas são a Levi’s, a Nike e a Adidas/Reebok.

A natureza das marcas

O problema não é a Sara Lee, o problema reside na natureza das marcas. As marcas estão se tornando cada vez mais irrelevantes na grande parte da atual indústria de vestuário.

As marcas de lojas de mercearia tem uma abordagem bastante básica da vida. Muito dinheiro é investido em pesquisas de mercado, triagens rigorosas, inovações ocasionais do produto, grande especialização no desenvolvimento de processos produtivos exclusivos, e ainda mais dinheiro é gasto em forças de vendas e enormes campanhas publicitárias. Simplesmente esta abordagem não poderia ser mais diferente no que é necessário para ser uma empresa de vestuário bem sucedida.

Os distribuidores de vestuário bem sucedidos não gastam nada que se assemelhe em pesquisas de mercado como a Sara Lee e a Coca-cola, que transformaram esta prática numa verdadeira forma de arte. Em vez disso, empresas como a Zara gastam ainda mais dinheiro em sistemas de informação que geram um fluxo de informação de regresso para os designers sobre o que seria vendido nas lojas há dois minutos atrás.

Efetivamente eles vão mais longe, sistemas como o da Zara encoraja o pessoal das lojas a alimentar os comentários dos clientes de regresso aos designers em tempo real. Comentários como: «Os clientes teriam preferido o modelo 473 xy com fivelas», poderão originar produtos que sejam da preferência dos consumidores, enquanto que o pensamento do tipo «marca de mercearia» continua debatendo com a significado estatístico de um determinado grupo de análise.

Isto é porque o segredo de qualquer empresa de vestuário é conseguir um fluxo constante de vestuário que seja vendável. Conseguir este fluxo de produtos representa equipes de designers que respondam constantemente às tendências da moda. E isto é algo muito diferente do que se verifica numa marca de mercearia que relança uma vez por ano um produto «Novo!» ou «Melhorado!».

Conseguir este tipo de organização já muito difícil. Mas o verdadeiro truque reside em conseguir organizar o negócio de forma que os inevitáveis erros que os designers cometem não sejam demasiado dispendiosos, e organizar o sistema de produção de forma que alcance o menor intervalo de tempo possível entre o momento em que o design é definido e em que o artigo final é colocado na prateleira da loja.

Algo que é muito difícil de conseguir quando qualquer mudança na gama de artigos está sujeita às negociações burocráticas que se desenrolam entre o fornecedor de uma marca e um distribuidor. Situação que é surpreendentemente complicada se estivermos comprando a uma escala internacional. E ainda mais complicada quando estamos partilhando uma fábrica com outras pessoas (algo que a Sara Lee tem feito com o vestuário há bastante tempo, mas que não pensa fazer com as suas marcas de artigos de mercearia).

Uma das competencias da River Island é a forma como gera a produção. Como praticamente todos os distribuidores ocidentais e detentores de marcas, a River Island não possui capacidade produtiva, mas seleciona as fábricas que utiliza de forma cuidadosa. Esta seleção é feita, acima de tudo, de forma que a maior parte destas fábricas seja facilmente acessível através da sua equipe de produção e possa fornecer vestuário para os depósitos da River Island rapidamente.
A River Island possui uma abordagem invulgar à gestão destas fábricas, é um dos muito poucos magazines que contrata diretamente as empresas no exterior numa base de CMT (cut, make, trim). Isto é cada vez mais antiquado, mas dá à River Island o grau de flexibilidade e controle que considera mais adequado para conseguir os artigos de vestuário certos na loja rapidamente."

Fonte: www.portugaltextil.com

4.4.06

Duloren Para o dia dos namorados - nova estratégia

A Duloren está preparando um grande lançamento para o Dia Dos Namorados. Ela está investindo cerca de R$1.4 milhão para o lançamento de duas coleções. Nessa época há um grande aumento de venda ( heheheheh, ainda bem!!!). A data, segundo Denise Areal, diretora de mkt da marca, supera o dia das mães na venda de calcinhas e soutiens (AINDA BEM!!).

Eles vão vir com um produto que achei muito interessante ( pode ser que todo mundo já esteja fazendo, mas eu não sabia), um soutien com microcápsulas de perfumes no tecido. Uhnn, parece gostoso hein?!!! Mas o mais legal dessa história toda foi a nova estratégia de comunicação, que nos anos anteriores privilegiou a "mulher com atitude", esse ano virá com a força do homem. " O homem está muito passivo. A idéia é que volte a ser o homem de antigamente", segundo a própria.

UHHNNNNN , homem de antigamente???? O que REALMENTE será que elas quis dizer com isso??????O homem das cavernas??? O homem mandão???? O homem da década de 90??? Ahhh sei lá...... to achando arriscado..... Será que a aposta dela é a compra da lingerie simplesmente para satisfazer o homem ao invés de valorizar a mulher???? Muitas dúvidas... não sei e nem vou me arriscar. O melhor vai ser esperarmos para ver no que dá.

Olha o que eu encontrei no próprio site da Duloren: a campanha do mês de abril/06



Até aqui pareceu que quem tem o controle é a mulher. Mas o problema nesse caso é que a mulher não tem a menor consideração com o seu homem. A volta do homem que eles desejam é daquele que SÓ dá no coro e esquece todo o resto???? Ou que agora as mulheres só Pensam NAQUILO??? Bem, sem julgar, vamos esperar até junho para ver no que é que dá.


Fonte: Jornal Folha de SP, caderno Dinheiro.

2.4.06

Alexandre Herchcovtich


Ok, a notícia já é um pouco antiga, mas nunca é tarde para comentar. Alexandre das Caveirinhas está de campanha nova. De novo tem pouco, afinal mantém a estéticas das campanhas anteriores (onde a artificialidade é realçada por plantas e com cores saturadas), mas com certeza conseguiu manter a linealidade porque ao primeiro olhar é extremamente fácil identificar de qual marca as imagens se referem . Frustra um pouco porque falta aquela emoção de dizermos Ohhhh, ou de nos surpreendermos. Falta um pouco de risco, e é isso que me faz perguntar: Conseguimos identificar a marca porque eles tem medo de se arriscarem ou porque a linha de comunicação de H.A. está muito bem posicionada na mente do consumidor?

Ficha técnica
Campanha HERCHCOVITCH;ALEXANDRE
Criação: João Rodolfo Queiróz
Fotógrafo: Marcelo Korp
Styling: segue o mesmo dos desfiles, assinado por Maurício Ianês
Beauty: Celso Kamura, Pedro Porciuncla e Roosevelt Vanini
Modelos: Emanuela de Paula, Bruna Sotilli, Pedro Bahia e Nathan Ethur

28.3.06

Site muito legal, aliás BLOG muito legal.

Então, andando para lá e para cá achei o Santa Mistura, um blog muito legal com ótimas informações para quem gosta do mercado de moda. Além disso a dona do blog, a Patrícia de Miranda, foi uma fofa respondendo os meus emails e dando umas dicas.
Em seu blog ela FUÇA MESMO, acha sites muitos legais e sobre tudo, desde tendências de moda até lojas e design. Adorei. Parabéns.





Miu Miu na onda

Então, a Miu Miu também aderiu a onda de celebridades em suas campanhas. Na dela está Kim Basinger e Camilla Belle. Mas o que eu achei mais legal é que eles explicam a campanha no site, explicam o posicionamento, o que querem dizer com ela, o que Miuccia Prada imaginou. Gostei, porquê para quem gosta de propaganda como nós é um prato mais do que cheio.

Não achei nada revolucionário, mas gostei da ideia de divulgação, só achei que faltou algumas informações, tipo agência e fotográfo.... ou será que eu simplesmente não li direito? Hehehe , vá lá e veja por você mesmo.


23.3.06

Arezzo + Cláudia Raia + Mudança

Não é que eu não tenha notado. DE FORMA ALGUMA!!!!! Mas como eu não tinha a imagem perfeita acabei demorando. Mas não dá mais, tá todo mundo falando tanto que eu também preciso falar.

É ou não é o máximo a nova campanha da Arezzo com a CLáudia Raia??? A Campanha é simplesmente a síntese dos contos de Nelson Rodrigues!!! Drama, crises, ciúme.... sim a campanha engloba tudo e Cláudia Raia como garota propaganda está divina no papel que interpreta. A direção de arte é de Giovanni Bianco, fotos de Gui Paganini e styling de Daniel Ueda e segundo Giovanni o conceito pode ser resumido pela frase “tão diferente e tão perfeita”.
A Arezzo buscou uma mulher que representasse uma beleza real e consolidada, rica em histórias e que trouxesse sua personalidade para as imagens - também inspiradas no cinema nacional. A escolha de uma mulher com esse perfil (Cláudia Raia) segue uma tendência mundial de uso dessas personalidades em campanhas de moda (Halle Berry e Demi Moore para Versace, Sharon Stone para Dior, Uma Thurman para Vuitton entre outras).

Cada vez mais percebo o quanto as marcas brasileiras estão se esforçando para dirigirem campanhas de moda com estratégia e posicionamentos mais trabalhados do que no antigo chutômetro. Isso sim demonstra a maturidade do mercado e o quanto a moda está percebendo que há muito não é apenas mais moda e que acima de tudo não é apenas mais um negócio, ela percebeu que é "O" Negócio. Os inúmeros eventos no calendário, a quantidade de cursos dirigidos e a concorrência na área são sintomas de novos tempos. Claro que na publicidade diretamente ainda há muito para evoluir, afinal parece que ainda, para muitas marcas, existe apenas o Press Release e o evento de lançamento. A moda ainda está atrasada em alguma áreas principalmente na internet. Você consegue enumerar quantas ações online são realmente inovadoras ou fazem com que você gere o buzz ( velho e bom comentário boca-a-boca) e quantas ações de guerrilhas (ações que surgem no meio do nada) que muitas empresas ainda dizem que não foram elas que começaram, como blogs e pixações, você tem visto por aí?? Olha eu tenho visto muitas ações e muito boas, mas infelizmente nenhuma delas ainda se refere a moda. Não sei se isso é um problema interno das empresas - das área de marketing ou da inexistência de tais - ou das agências que as atendem, mas com certeza a moda é o campo mais vasto para explorações e mesmo assim ainda me pergunto CADÊ??? Será que está faltando imaginação ou coragem - coisas impossíveis na area de moda................. o que falta mesmo é iniciativa!!!! E é por isso que a publicidade brasileira na área de moda ainda não é reconhecida, não como são as italianas ou francesas e até mesmo americanas ou você não fica alucinado com as campanhas da DIESEL?? A publicidade brasileira sempre foi reconhecida como um das melhores do mundo então não é por falta de profissionais que o problema existe.

Bem, isso é história ainda para muito pano para manga e com certeza vou voltar a falar. Equanto isso vamos aproveitar quem tem feito tudo muito bem.

22.3.06

Gisele in Vogue

Bem, Gisele não para. Sempre fala que vai parar e necas. A verdade é que é melhor assim. A sua imagem vende e vende muito, tudo que tem o toque dela ganha charme. Não sou fã da pessoa em si, mas não nego que ela realmente sabe trabalhar e aposto que toda marca adoraria tê-la. Não sei não se LV fez bem em sunstituí-la pela Lindsay Lohan, o nome está em alta mas acho que ela remete a uma imagem jovem demais e sem bagagem nenhuma para uma marca com tanta informação. Mas já que o Sr. Jacobs está encantadinho por ela, vamos ver se a parceria dá certo.

O mais novo trabalho de Gisele é para a Vogue-eyewear. O lançamento da coleção é hoje na BIG APPLE. A campanha está linda e a coleção dos acessório idem. O visual é de glamour e até mesmo um pouco retrô.... o site está simples, mas bem alinhado. E tem até wallpapers e agendas para serem baixadas.



20.3.06

Campanha Fórum

Aqui estão os primeiros anúncios da Fórum sobre a limpeza no Brasil.

Eles começaram a ser veículados nas revistas esse fim de semana. Esses são da revista Veja. Ainda não vi nenhuma outra mídia, nem o site deles ainda está alinhado com a nova campanha (o que eu acho péssimo, já que é o primeiro lugar onde todos vão atrás de informação. Mas talvez tenha algo relacionado com a estratégia, onde o site está mais para varejão mesmo - mesmo assim ainda acho que é ponto negativo, colocasse ao menos uma área para que pudessemos acompanhar a campanha que veio tão inovadora).


17.3.06

Forum de Campanha Nova

A Fórum resolveu se arriscar... então agora por favor todos se levantem e batam palmas.

A nova campanha da Fórum resolveu se posicionar em ANO ELEITORAL, fazendo uma verdadeira limpeza em Brasília. Tirei o chapéu mesmo para a Fórum. Em um país onde todos têm vergonha dos seus políticos, mas a maioria possui uma atitude passiva frente a tudo o que acontece, ver uma marca de tamanha expressão e representatividade tomando uma iniciativa como essa é mais do que louvável. Espero que ela seja apenas a primeira de várias. As palavras de ordem do anúncio são: ética, orgulho nacional, limpeza. A campanha foi criada por Marcello Serpa ( AlmapBBDO) e clicada pelo francês Laurent Seroussi.


Sorry pela foto, ainda não tenho o anúncio. Assim que eu conseguir posto aqui, ok?!

fonte: Ilustrada, Jornal Folha de São Paulo

16.3.06

E já que você vai estar por lá.....

E já que você vai estar lá no site da Adidas aproveite para ir ver também o Y3, a área do site destinada a ele é incrível.

Adidas: Faça o SEU!!!

Mais uma vez a Adidas mostra porque é "A" marca de moda. Muito antenada, sabe exatamente o que está rolando e o que a torna "must have". E ela tem chamado isso de ADICOLOR , inovando no conceito de customização.
Olha só como ela soube inovar no seu produto. Você pode fazer o que quiser com o seu tênis, porque agora ele vem com guache, pincel e palheta. Ela esta lançando essa novidade no seu tênis mais tradicional, o de couro branco. É uma edição limitada para apenas 1000 sortudos.Mas também há um outro produto onde você pode trocar as cores das listras, são listrinhas de plástico que você pode tirar e trocar por outras ( lembra do relógio que vinha com várias cores de pulseiras e você trocava?) Mais customização que isso só pintando o seu tênis......ahh é isso ela também já fez!! Tudo isso é um "q", ao menos para mim, de colegial, quando todas as meninas (e até mesmo os meninos, principalmente skatistas) pintavam os seus próprios tênis ou os amigos assinavam o tênis e acirrava a competição para ver que tinha mais assinaturas. Algo como hoje quem tem mais pessoas no seus msn.

São os tempos modernos que repetem os tempos nem tão passados assim.

Entrem no site e se deliciem com a comunicação que envolve você a enviar centenas de imagens separadas pelas palhetas de cores à direita. Mas escolha bem, porque segundo o site você só poderá enviar 1!!! Isso tudo no site brasileiro. Já no americano você pode customizar direto o seu produto virtual. É ser muito fashion mesmo. www.adidas.com ou www.adidas.com.br

15.3.06

Bom Retiro na briga pelo espaço no calendário de moda


Pois é, e não é que o Bom Retiro, sim a região das pechinchas paulistanas,a região das sacoleiras ávidas por novidades e quantidades, está fazendo mais sucesso do que a SPFW. Tá bom, a comparação pode ser até um pouco forte, mas a verdade é que o Bom Retiro resolveu prestar atenção na necessidade do mercado. E ACERTOU ( tirando até um pouco -muito- os holofortes da Prêt-à-porter Brasil)!
Enquanto a SPFW trabalha com a consolidação da imagem de marca, geração de mídia, desfile de globais e todas as armas das relações públicas, o Bom Retiro Fashion Business (BRFB) está aí para incrementar as suas vendas, mostrando que está ali para ganhar dinheiro, e muito ( e por conseguinte gerando tanta mídia quanto o seu PAULO BORGES). Acho até que a atitude foi tardia, eles deveriam ter começado anos atrás, mas isso não importa, importa é que agora eles estão fazendo e o resultado está sendo incrível. Nada contra a SPFW, ela é de grande importância para o gerenciamento de uma marca, para a consolidação do mercado de moda brasileiro e exposição no exterior, mas não consigo negar que me dá orgulho ver a preocupação e porque não, profissionalização da região. Ela é polo de compras e São Paulo, mas nem por isso deve ser vista apenas como região de sacoleras e sim de propagação de moda e estilo, auxiliando os seus compradores (muitas vezes as mesmas multimarcas que compram da Marcas SPFW) nas escolha e definição de seu mix de produtos. Claro que ambas tem objetivos completamente diferentes, uma se refere a lançamento de tendência enquanto a outra se refere a demonstração de produto. Mas a comparação é inevitável quando se fala de moda. Na verdade a SPFW se tornou referência e por isso é sempre lembrada, ela sozinha já é uma marca de moda

Sim, a coisa está crescendo e para muito melhor. O único problema agora é arranjar tempo para tanto desfile e informação, afinal o calendário da moda está agitado o ano todo.

Melhor para mim, para você, para o mercado de trabalho e para todo o país que só tende a ganhar. E o melhor, já dá para ir comprar tudo isso porque é da coleção que já está nas lojas, ou quase. Algumas lojas tem um valor mínimo de compra ou você precisa ter um CNPJ.

Na Moda UOl tem uma reportagem também muito legal falando de tendência e de como esse evento tem impacto.

Participantes - 101%, Aramodu, Atrevida, Birô, Burda, Cia das Calcinhas, Disparate, Gazzy, Gup´s Jeans, Harpoon, Idio´s, Mad Soul, Malagueta, Marcconello, Maurício, Milvest, Modelan, Officio, Pitanga, Rommanel, Seiki, Smack, Spot Shoes, Vitral, Week, Universo das Calcinhas.

Bom Retiro Fashion Business. Rua Carmo Cintra. De 13 a 16/03. Das 10 às 17 horas. Desfiles: 10, 12, 14 e 16 horas.

10.3.06

Marca Sumida

Sim estou de volta.... sumiços as vezes fazem parte :).

Então olha só, passeando pela internet encontrei uma notícia sobre uma marca que há muito não via: a Lee. Sim, aquela mesma dos jeans. Tá vendo, todo mundo lembra, mas quem é que realmente possui uma calça atual deles no guarda roupa?

Nada contra a marca, mas é que me espantei em saber que a marca ainda está tão atuante. E até que sua comunicação não está mal não. O seu site é consistente e melhor que o de muita gente que tenho visto por aí, mas também tudo para no site, porque as imagens divulgadas poderiam ser melhores. Mas foi outra coisa que realmente me incomodou: o press release divulgado. Ao menos parecia um, apesar da fonte não dizer. Seja quem foi que fez, a marca deveria ter muita mais cuidado com o que é escrito sobre ela, se não for para criar personalidade ao menos para que não fique sem credibilidade.

Tudo até começou bem no press: "Simplicidade, resgate de valores antigos, prazer, roupas práticas, confortáveis e contemporâneas: essas são as palavras-chave para o inverno da marca de jeanswear LEE". Mas depois não teve jeito. Um dos parágrafos demonstram bem porque o achei tão ruim: "Uma moda para o jovem que freqüenta a universidade, ouve suas músicas preferidas no I-Pod, treina em academias, esbanja disposição, energia, alegria e conhecimento e, aceita o desafio de misturar o diferente, para obter um resultado único e criativo." Muito Batido, sem criatividade, cópia de cópia, é melhor ouvir mais e ler mais e fazer mais pesquisa para saber o que o jovem realmente quer ouvir, escrever qualquer coisa faz com que a marca não tenha personalidade nenhuma, não acham não............ pelo amor,né.... nem vou dar a fonte para não pegar mal para ninguem.

Mas tudo bem, aqui uma das imagens da campanha:

3.2.06

Kate Moss


Agora me respondam..... o que é pior: Uma publicidade ruim ou não ter publicidade alguma?? O ditado falem bem ou falem mal mas falem de mim é válido ou apenas foi inventado por alguém que só era reconhecido pelo pior??

Seja lá o que for Kate Moss mostra sua força. Em apenas 6 meses foi ao fundo do poço depois das publicações de fotos consumindo cocaína e agora brilha gloriosa no céu das celebridade... Sim, parece que para Kate é indiferente ao falar bem ou mal, seu poder, ou melhor, o seu talento estão acima de qualquer bafáfá.

Se ao serem publicadas as imagens algumas empresas rasgaram contratos e não quiseram ver a cara da modelo pela frente(o que hoje pode até ser motivo de arrependimento para H&M e Rimmel) outras não se importaram e preferiram optar pela imagem profissional do que pela vida pessoal. Talvez algumas até tenham aproveitado a onda de notícias e se aproximaram da Srta. Moss, mas o que relamente aconteceu foi que ao longo dos anos e através de todo o seu profissionalismo ela conquistou diversos admiradores e fãs de seus trabalhos que se mantiveram ao seu lado, mostrando que é uma marca forte e de resultado.

Não critico a posição das empresas que romperam o contrato, elas pensaram em seu negócio e como a modelo poderiria interferir na imagem da marca, afinal o que está sendo vendido aqui é a imagem, e a dela em meio a droga correu o mundo. Mas hoje ela volta com força total na Vogue Inglesa de março (lembrando que ela esteve na mesma em setembro e foi a segunda edição mais vendida até hoje), na Vogue Australiana em fevereiro, trabalhando nas campanhas de Stella McCartney, Roberto Cavalli e Longchamp. Não, não tem para ninguém. Para ela não há tempo ruim, inferno astral ou qualquer outro problema. Sua personalidade e imagem comprovam que ela esta acima do bem e do mau.

Na minha opinião quando uma empresa comete algum problema deve logo se desculpar, e da mesma forma a modelo agiu. Como uma marca forte se expos ao mercado, pediu desculpas as empresas e se refez. Algumas ranhuras para uma empresa podem ser extremamente problemáticas, como aconteceu com a Nike e a mão de obra semi-escrava, mas assim como a Nike ela soube dar a volta por cima. Nunca escondeu o problema, se internou e está se apresentando a polícia. Não sou sua fã, mas admiro como mudou o rumo de sua história. Ela nunca foi santa, mas também nunca fingiu ser.

Enquanto a imprensa massacra Gisele dizendo que ela pode estar com síndrome do pânico e nós esperando para saber o que pode acontecer a top n.1 do mundo pelas primeiras notícias de problemas mais sérios, Kate reina e assume seu lugar (o qual na verdade nunca deixou de ser) de rainha fashion.

Homem e Lingerie

Há, aproximadamente, uma semana eu postei sobre a MASH, marca de lingerie masculina que mudou o seu posicionamento e tem feito sucesso com a sua loja na R. Oscar Freire. Pois é, dia 1, saiu no UOL MODA sobre o Salão de Lingerie de Paris e qual não foi a grande novidade da feira (que já não deveria ser tão novidade assim)?!! O crescimento do número de marcas para atender principalmente esse público e claro a ampliação de linhas de produtos de marcas já existente no mercado ( apesar da Calvin Klein já investir nesse mercado ha um bom tempo).

Esse ano já serão 45 marcas masculinas, 20 a mais em relação a 2005, e 35 a mais em relação a 2004 ( há apenas 2 anos!!!). O homem francês, segundo a Federação Francesa da Indústria de Lingerie gastou em 2004, 350 milhões de dólares em roupa íntima e mesmo assim ainda consomem 5x menos que as mulheres.

Uma das grandes sacadas desse ano foi uma área especialmente destinada para atender a marcas masculinas, onde ocorrerá até mesmo um desfile de roupas íntimas. A tendência é que não somente o mercado cresça mas também se desenvolva, através de lançamento de produtos com alta tecnologia e até mesmo relacionados ao mercado de luxo. Sim, o homem está criterioso e exige qualidade e hoje mais do que nunca exige atenção no atendimento, não somente na qualidade das roupas, mas de lugares onde possa se sentir a vontade para realizar suas compras. Quem estiver esperto tende a ganhar esse público, afinal ele está começando a se relacionar com as marcas de underwear e quem conquistar esse cliente possuirá um consumidor para, quem sabe, por toda a vida, já que os homens, segundo pesquisa realizada nos EUA pela NPD, costumam ser consumidores muito mais fiéis que as mulheres.

E sim, a ala feminina agradece......

E já que ainda não há imagens dos desfiles que tal vermos ao menos uma desmonstração?
A PUMA também tem investido em underwear, mas entre as campanhas PUMA x CK, acho que a CK possui uma característica mais máscula e mais sexy, conquistando melhor o público brasileiro.


2.2.06

Iron + Nike?? Dá certo???

Sim, a NIKE está fazendo um edição especial IRONMAIDEN com apenas 24 pares.
O Objetivo do tênis é destacar o máximo possível a imagem do mascote da banda e o nome do tênis será : Nike SB Iron Maiden Dunk. (Fonte: Cifraclub.com.br)

Ok, tudo dito, a minha dúvida é Por QUÊ???? Será mesmo que a NIKE tem alguma relação com a imagem que o IRONMAIDEN passa? São públicos completamente diferentes e nem sabemos como esses tênis serão distribuídos, até mesmo porque são peças de colecionador. Mas pensando e pensando e pensando ainda não consegui entender como uma marca tão relacionada a esporte, e um certo estilo de vida, realizou um feito desse. ATENÇÃO, nada contra a Banda, mas não sei como essa ação pode agregar algo a marca. A única idéia que passa é que a Nike possa estar começando a dar os seus primeiros passos no mundo da música, mas será que o IRON é mesmo a banda mais indicada para isso??? Afinal a Banda não é nem de "Alta performanece" e nem transmite o "Just do it".

Mas também ninguem relacionava Adidas com Run-D.M.C e a Banda fez a marca se tornar a mais desejada entre os rappers( renascendo da cinzas)..... A única diferença aqui foi que a ADIDAS não se associou a ninguém, o pessoal do RUN queria montar um visual diferente e escolheu o clássico da Adidas para compor o look, neles deu certo (apenas depois do sucesso a Adidas fechou um contrato com o RUN. Foi o primeiro da história entre uma marca esportiva e não-atletas) . Será que a NIKE também está acertando??

26.1.06

Homem Procura

Ok, ok eu sou meio enrolada para postar, mas estou melhorando.

Semana passada saiu na Folha de São Paulo, no caderno Dinheiro, uma ótima informação sobre o NOVO HOMEM. A reportagem mostrava como existe um público ainda ávido por informações e produtos direcionados para eles.

A MASH ( sim, a que já teve Daniel e também o slogan "Mash Comigo") desenvolveu na R. Oscar Freire uma loja conceito que tinha como proposta durar 12 meses naquele ponto, única exclusivamente com a verba de marketing, ou seja, pura e simples loja conceito. Mas qual não foi a surpresa de todos quando em apenas 60 dias a loja já era auto-suficiente. Sim em apenas 60 dias, uma loja voltada para o underwear masculino conseguiu passar o seu breakeven demonstrando o quanto um consumidor masculino e exigente está sedento por um produto de qualidade e por ambientes onde ele ( ELE MESMO, não a mãe ou a namorada) possa comprar e experimentar o produto, sem necessariamente comprar packs de 3 cuecas.

Outro fato que podemos constatar é que a MASH realmente conseguiu se restruturar, desenvolvendo um melhor conceito de comunicação e mudando até mesmo o público -alvo desejado. Ela já não tem mais o interesse em atingir as camadas C e percebeu que deve fazer a sua comunicação para o homem, assim como as lingeries trabalham com a mulher: usando a sensualidade.

Abaixo coloco a evolução da comunicação da MASH ( que também pode ser acompanhada no site da empresa), sendo que a minha favorita(2003) foi a que criou mais polêmica e que acabou sofrendo processo do CONAR, mas com certeza foi uma das imagens mais sexies que eu vi nos últimos anos em uma campanha de underwear.



17.1.06

Briga Boa

A Briga é boa, mas quem será que vai sair vencedora???
Nos principais calendários de moda do Brasil, SPFW e Fashion Rio, identificamos uma outra briga além da travada nas passarelas........ as das operadoras de celular.

TIM x OI estão em luta acirradissima para ver quem sai campeã. Até agora quem tem ganhado a disputa tem sido a TIM, mas por enquanto. A TIM conseguiu até mesmo que o seu slogan "SEM FRONTEIRAS" pasasse a ser usado tb na moda, a OI ainda não alcançou tal status. A TIM também está alguns rounds na frente porque a SPFW já possui mais edições e com isso gerou mais mídia, mas a OI está no caminho certo, afinal o Fashion Rio tem crescido e ganhado notoriedade, e está demonstrando ser bom de negócios, enquanto São Paulo tem demosnrado ser muito mais um referêncial de moda.

A sorte está lançada, e as operadoras se posicionaram muito bem nessa disputa, são eventos com alta geração de mídia espontânea, movimentação de grandes formadores de opinião e além disso lançadoras de tendência...... sendo assim, hoje TODOS querem estar presentes nesse eventos.... mas são elas quem estão dando o seu OI e fazendo TIMTIM.

13.1.06

Chanel, essa sabe o que faz......

Já repararam como a safra de comerciais de perfumes que insiste em passar na tv paga um milhão de vezes é sempre cansativa e muitas vezes sem graça?? Todas estão usando o mesmo conceito, a liberdade, sempre com as mesmas imagens, pessoas correndo, vagando ou pelas cidades (HUGO BOSS) ou pelas praias (LACOSTE)...... Mas acredito que a Chanel foi a primeira a usá-lo, só que no caso dela com grande maestria. O comercial é lindo, transmite liberdade, sensualidade, estilo e sofisticação. Com certeza se destaca em sua comunicação.Já é um pouco antigo, mais de um ano, mas, para mim, continua ainda sendo o melhor.

Afinal quem não gostaria de ser Nicole Kidmann em pleno glamour de NY nos braços de Rodrigo Santoro?

Para quem quiser ver ou rever é só apertar o play.

12.1.06

Ipod + Levi's - será que a Levi's tem estilo para atrair ipodmaniacos???

Essa saiu na BBC ........ A Levi's está desenvolvendo uma calça jeans especialmente para quem tem um ipod, na qual haverá um controle remotoe bolso . Sim, uma das marcas mais antigas de roupas está agora tentando acompanhar a onda das inovações e resolveu se juntar ao acessório (afinal ipod deixou de ser walkman e se transformou em um item de moda) mais cool e desejado dos últimos anos.
A idéia é muito boa, já que hoje todos ou tem ou querem ter um brinquedinho ipod, mas será que o jeans estará a altura e conseguirá se transformar em conqueluche ou será apenas mais uma tentativa da Levi's em fortalecer a sua marca, coisa que precisamos admitir ela tem mais fracassado do que obtido sucesso.
Mas de qualquer forma já não era sem tempo de uma invenção como essa, sempre houve tentativas de unirmos tecnologia a roupa, algo que só surgiu através do desenvolvimento de tecidos inteligentes, mas nada ainda realmente visivel e utilizável aos olhos do consumidor.
Esperemos agora que a Levi's realmente acompanhe a Apple e desenvolva algo tão desejado quanto ipod. Ainda não há imagens mas ao menos a curiosidade ela já conseguiu aguçar.

Esse blog nasceu da idéia de tantos outros que já estão por ai: achar e informar ações de marketing, seja na publicidade, na guerrilha, nos serviços ou onde aparecer uma comunicação inteligente ou uma ideia brilhante, ou mesmo até para gerar discussões sobre o que também de ruim aparece por ai, em uma área que começa a se profissionalizar no Brasil: A MODA.

Muito tenho procurado e pouco tenho encontrado sobre MARKETING DE MODA , é preciso procurar e caçar muito para encontrar. Mas nada é impossível, e vou fazer todo o possível para informar o que que encontrar por aqui ou por ai.

eXTReMe Tracker
Links